Conversa sobre banda desenhada


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As leituras de Mounette, a gata da casa – 14 – Les lectures de Mounette, la chatte de la maison


Já cá estamos para divulgar as últimas páginas deste conto dos irmãos Grimm, “Os três cabelos de ouro do Diabo”. Ri melhor o último a rir, não é verdade?!

O próximo conto deste álbum dos irmãos Grimm será: “A Filha do Moleiro”, muito em breve!

Nous voici arrivés au terme de ce conte des frères Grimm: Les Trois Cheveux d’Or du Diable. Rira bien qui rira le dernier , n’est-ce pas?

Le prochain conte de cet album des frères Grimm sera: ” La Fille du Meunier “. Très bientôt!

 

 

O horror também para os animais


Amigos! Tenho imensa pena  das vítimas humanas, desse pavoroso incêndio… Mas não posso deixar de mencionar o pânico, o sofrimento e a agonia de inúmeros animais, tanto domésticos como da fauna selvagem! A minha alma de gata sangra por eles! Quantosgatos, gatas e gatinhos tiveram de fugir e foram apanhados  pelo inferno das chamas, encurralados… também raposas, lebres, esquilos e muito mais…. Quero deixar uma palavra em sua memória, pobres vítimas inocentes. Tenho dito!

Mes amis! Je suis profondément peinée pour les victimes humaines qui ont succombé la semaine dernière au Portugal, cerclées par les flammes dont un scenario dantesque, accompagnées  par des tornades de vent incroyables … Mais je ne peux passer en blanc la panique, la souffrance et l’agonie d’innombrables animaux, autant domestiques que sauvages! Mon âme de chatte saigne pour eux! Combien de chats, chattes et chatons terrorisés ont dû s’enfuir désespérément et ont été rejoints par l’enfer des flammes… ainsi que renards, lièvres, écureuils et j’en passe…. Je veux laisser un mot en leur mémoire, pauvres victimes innocentes! Ainsi j’affirme!

As leituras de Mounette, a gata da casa – 13 – Les lectures de Mounette, la chatte de la maison


Julgava já ter publicado a segunda parte deste conto dos irmãos Grimm… Peço desculpa pelo atraso, a culpa não é minha, sempre atenta aos últimos lançamentos, mas cath é que se atrasou e não lhe chamei a atenção por ela ter sempre muito que fazer… Devia ter insistido, mas uma gata é sempre cordata e deixou a coisa em stand by… Mas aqui já vai a segunda parte do conto. Vossa  bibliotecária de serviço (com muito gosto!)  Mounette

Je croyais avoir déjà publié la deuxième partie du conte des frères Grimm… Veuillez excuser mon retard, ce n’est pas de ma faute, étant toujours attentive aux derniers lancements, mais c’est Cath qui a prit du retard et je ne lui en ai pas fait la remarque car elle est toujours très occupée… J’aurais dû insister, mais une chatte est toujours pondérée et j’ai laissé les choses en “stand by”… Mais voici enfin la deuxième partie du conte. Votre  bibliothécaire de service (avec plaisir!),  Mounette

 

Os gatos e la pintura -17- Almada Negreiros – Les chats et la peinture -17


Acabei de ver a bela exposição de Almada Negreiros no Museu Gulbenkian, e ali encontrei uns gatos! Não podia deixar de editar deste post que fazia falta à nossa colecção, com os aplausos da Mounette!

José Sobral de Almada Negreiros (aqui retratado pelo Stuart de Carvalhais), artista plástico e escritor, nasceu em 1893 em São Tomé e Príncipe. Estudou no colégio jesuíta de Campolide, para onde entrou em 1900, aos sete anos de idade, após a morte prematura da mãe, em 1896, e a partida definitiva do pai para Paris nesse mesmo ano.

Aí realizou os jornais manuscritos “República”, “Mundo” e “Pátria”. Após o encerramento do colégio na chegada da República, frequentou entre 1910 e 1911, o liceu de Coimbra, de onde passou para a Escola Nacional de Belas Artes, em Lisboa. Em 1915, integrado no grupo “Orpheu”, centrou a sua polémica ideológica numa crítica cerrada a uma geração e a um país que se deixava representar por uma figura como Júlio Dantas. Mostrando-se convicto de que « Um dia, Portugal há de abrir os olhos », lançou, em 1917, um “Ultimato Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX”, precavendo-as contra a «decadência nacional», em que a «indiferença absorveu o patriotismo».

Entre 1919 e 1920 retomou os estudos de pintura em Paris. De regresso a Lisboa, adquiriu uma serenidade bem expressa na sua afirmação de que «entre mim e a vida não há mal entendidos». Mas, em 1927, de novo desgostoso com a falta de abertura do país às novas correntes ideológicas e culturais, foi para Madrid. Aí, como já antes o fizera em Lisboa, a par da sua actividade nas artes plásticas, colaborou com a imprensa. Com o agravamento da crise económica e social espanhola, após a proclamação da República, Almada regressou a Lisboa, em Abril de 1932. À consciência nacional que Paris lhe trouxera acrescentava agora uma «consciência ibérica culturalmente definida por valores líricos de uma certa lusitaneidade». Em 1934, casou com a pintora Sara Afonso.

Almada Negreiros, conhecido como «Mestre Almada», colaborou em várias revistas de vanguarda como “Orpheu” (de que foi co-fundador). Participou em exposições de arte, nomeadamente na I Exposição dos Humoristas Portugueses (1911), a primeira do modernismo nacional. Como artista plástico, são de realçar os seus murais na gare marítima de Lisboa, os trabalhos para a Igreja de Nossa Senhora de Fátima (mosaico e pintura) e o célebre retrato de Fernando Pessoa. Pintor do advento do cubismo, a sua actividade artística estendeu se ainda à tapeçaria, à decoração e ao bailado.
Publicou peças de teatro (“Antes de Começar”, 1919; “Pierrot e Arlequim”, 1924; e “Deseja-se Mulher”, 1928); o romance “Nome de Guerra”, 1925, mas publicado apenas em 1938; poemas “Meninos de Olhos de Gigante” (1921), “A Cena do Ódio”, “As Quatro Manhãs” (1935) e “Começar” (1969); e uma série de textos de crítica e polémica, dispersos pelas publicações em que colaborava. De entre estes, destacam se o “Manifesto Anti-Dantas” (1915), verdadeiro libelo de reacção ao ambiente cultural estagnado e academizante da época, o “Manifesto” (1916), o “Ultimato Futurista às Gerações Portuguesas” (1917) e “A Invenção do Dia Claro” (1921).

A sua obra representa uma síntese, única na sua geração, das tendências modernistas e futuristas de então, não apenas por, como artista, ser multifacetado, mas também pela sua capacidade de fusão e conjugação, nas letras e na pintura, das vertentes plástica, gráfica e poética. Almada Negreiros faleceu em 1970.

Em 1873, o poeta Rimbaud dera o mote: «Há que ser absolutamente moderno». Almada Negreiros (1893-1970) leva-o à letra ao recusar entender o modernismo como uma moda, segundo a qual bastaria vestir os estereótipos da representação (e depois da abstracção).

Isto de ser moderno é como ser elegante: não é uma maneira de vestir mas sim uma maneira de ser. Ser moderno não é fazer a caligrafia moderna, é ser o legítimo descobridor da novidade”.

José de Almada Negreiros, conferência O Desenho, Madrid, 1927

 A partir do texto de Mariana Pinto dos Santos com Ana Vasconcelos

Série de vidros pintados para uma representação de lanterna mágica com o título: La tragedia de Doña Ajada, de que infelizmente só consegui a ampliação de quatro dos icones. Parece, pelo título, ter sido executado durante a sua estadia em Madrid.

Série de verres peints pour une représentation de lanterne magique intitulée: La tragedia de Doña Ajada, dont malheureusement je n’ai trouvé que l’agrandissement de quatre images. Il semblerait, selon le titre, avoir été exécuté durant son séjour à Madrid.

Je viens de voir la magnifique exposition de Almada Negreiros au Musée Gulbenkian de Lisbonne, et j’y ai rencontré des chats! Il fallait donc que j’édite ce post qui manquait à notre collection, applaudie avec  enthousiasme par Mounette!

José Sobral de Almada Negreiros, artiste plastique et écrivain, est né le 7 avril1893 à Saint-Thomas-et-l’Île-du-Prince. Il fit ses études au collège jésuite de Campolide à Lisbonne, où il entra en 1900, à sept ans, après la mort prématurée de sa mère, en 1896, et le départ  définitif de son père pour Paris à la même date.

C’est au collège qu’il réalisa des journaux manuscrits, le “República”, le “Mundo” et le “Pátria”. Le collège ferma après l’avènement de la république, il fréquenta alors, entre 1910 et 1911, le lycée de Coimbra, puis passa par l’École National des Beaux-Arts de Lisbonne. En 1915, intégré dans le groupe “Orpheu”, il centra sa polémique idéologique sur une critique féroce à une génération et à un pays qui se laissait représenter par une figure telle que Júlio Dantas. Se déclarant convaincu de ce que «Portugal ouvrira un jour les yeux », il lança, en 1917, un “Ultimatum Futuriste aux Générations Portugaises du XXe siècle “, les alertant contre la «décadence nationale», où «l’indifférence a absorbé le patriotisme».

Entre 1919 et 1920, Almada Negreiros reprit ses études de peinture à Paris. De retour à Lisbonne, il acquit une sérénité bien exprimée dans son affirmation de que «entre moi et la vie il n’y a pas de mal entendus». Mais, en 1927, à nouveau chagriné par le manque d’ouverture du pays aux nouveaux courants idéologiques et culturels, il partit pour Madrid. Comme il l’avait déjà fait à Lisbonne, en plus de son activité dans les arts plastiques, il collabora avec la presse. La crise économique et sociale espagnole s’étant aggravée après la proclamation de la République, Almada rentra à Lisbonne, en avril 1932. À la conscience nationale que Paris lui avait apporté, il ajoutait maintenant une «conscience ibérique culturellement définie par des valeurs lyriques d’une certaine «lusitanéité». En 1934, il épousa l’artiste peintre Sara Afonso.
Almada Negreiros, connu comme «Maître Almada», collabora dans diverses revues d’avant-garde comme “Orpheu” (dont il fut co-fondateur). Il participa à des expositions d’art, entre autres, la Ire Exposition des Humoristes Portugais (1911), la première du modernisme national. Comme artiste plastique, il faut citer ses peintures murales à la gare maritime de Lisbonne, les travaux pour l’église de Notre Dame de Fátima (mosaïque et peinture) et le célèbre portrait de Fernando Pessoa (qu’il n’osa aborder qu’après le décès du poète). Peintre de l’avènement du cubisme, son activité artistique comporta également la tapisserie, la décoration et le ballet.
Il publia des pièces de théâtre (“Avant de Commencer”, 1919; “Pierrot et Arlequin”, 1924; e “On demande une femme”, 1928); le roman “Nom de Guerre”, 1925, mais seulement publié en 1938; des poèmes “Meninos de Olhos de Gigante” (1921), “A Cena do Ódio”, “As Quatro Manhãs” (1935) et “Começar” (1969); et une série de textes de critique et polémique, dispersés dans les publications où il collaborait. Parmi ceux-ci, le fameux “Manifeste Anti-Dantas” (1915), véritable libellé contre l’ambiance culturelle stagnante et académisante de l’époque, le “Manifeste” (1916), l’”Ultimatum Futuriste aux Générations Portugaises” (1917) et “L’Invention du Jour Claire” (1921).

Son œuvre représente une synthèse, unique dans sa génération, des tendances modernistes et futuristes de l’époque, non seulement pour, comme artiste, être multifacetté, mais aussi par sa capacité de fusion et conjugaison, dans les lettres et dans la peinture, des aspects plastiques, graphiques et poétiques. Almada Negreiros s’est éteint le 15 juin 1970.
En 1873, le poète Rimbaud a donné le ton: «Il faut être absolument moderne». Almada Negreiros le prit à la lettre en refusant de comprendre le modernisme comme une mode, selon laquelle il suffirait de vêtir les stéréotypes de la représentation (et ensuite de l’abstraction).

Être moderne c’est comme être élégant: ce n’est pas une façon de se vêtir, mais une façon d’être. Être moderne n’est pas faire de la calligraphie moderne, c’est être le légitime inventeur de la nouveauté.

José de Almada Negreiros, conférence: Le Dessin, Madrid, 1927

 Tiré du texte de Mariana Pinto dos Santos et d’Ana Vasconcelos

As leituras de Mounette, a gata da casa – 12 – Les lectures de Mounette, la chatte de la maison


Começa aqui un conto longo que virá ao lume em 4 partes. Como mete o Diabo estou positivamente em pulga para saber o que vai acontecer! Mas tenho a certeza de que o herói vai se sair bem e o malvado será castigado, porque é  sempre assim nos contos para a infância… e ainda bem!

Boa leitura vos deseja a vossa bibliotecária, Mounette

Voici un conte assez long qui  va être publié en quatre parties. Comme il y a du Diable dans l’air je grille d’impatience pour savoir ce qui va se passer! Mais je suis sûre que le héros va s’en sortir et que le méchant sera châtié, car il en est toujours ainsi dans les contes pour enfants… heureusement!

Bonne lecture vous souhaite votre bibliothécaire, Mounette

 

Os gatos e o crime – Lilian Jackson Braun – Chats et Polars


Lilian Jackson Braun, que nasceu a 20 de Junho de 1913 e faleceu a 4 de Junho de 2011, era uma escritora americana..

É a autora de 30 romances com o protagonista Jim Qwilleran, journalista e alcoólico arrependido que encontrou sucessivamente dois gatos siameses de que um, Kao K’o Kung dito Koko (o macho), se revelou dotado de par de vibrissas suplementares talvez ligadas a faculdades de conhecimentos não convencionais : com efeito, Koko costuma dar uivos tremendos quando algum conhecido do seu «dono» é assassinado e, aliás, está sempre a fazer cair das estantes da biblioteca algum livro cujo título é suposto orientar Qwilleran para a solução do enigma a solucionar.

A acção dos três primeiros romances, escritos nos anos 1960, e do quarto romance, situa-se numa metrópole não especificada dos EUA (fortemente inspirada de Detroit onde Lilian viveu e trabalhou muito tempo), mais tarde designada pelo vocábulo o País de Baixo.

Lilian Jackson Braun interrompeu a sua série mas voltou a pegar nela em 1986 com o Gato que via vermelho, e foi a partir desse que a série ia encontrar um êxito nunca desmentido. A partir do quinto romance (o Gato que tocava Brahms), a acção desses novos romances ia encontrar-se transposta, na sua maioria, num lugar imaginário, o Condado de Moose, situado «a 600 km à Norte de qualquer lugar» e que acumula piscadelas ao verdadeiro Condado de Huron, no Michigan, e à sua capital Bad Axe.

Jim Qwilleran, tendo herdado de uma fabulosa fortuna legada por uma amiga da sua defunta mãe, instala-se com os seus dois Koko e Yum Yum em Pickax City, capital do condado, primeiro nas dependências de um antigo solar, depois numa monumental granja para maçãs, de forma octogonal. Decidiu confiar a gestão da sua fortuna à Fundação Klingenschoen e prefere consagrar-se à redacção da sua crónica bi-semanal no Algo do condado de Moose e as suas relações humanas no seu novo quadro de vida. A solução dos  «enigmas», na verdade, não passam de um pretexto para a descrição de uma certa vida provincial americana, provavelmente «idealizada».

Não encontrei nenhuma edição portuguesa. Existem alguns títulos editados no Brasil, mas sem capas aptas a serem reproduzidas aqui.

Lilian Jackson Braun, née le 20 juin 1913 et décédée le 4 juin 2011, fut une écrivaine américaine.

Elle est l’auteur de 30 romans mettant en scène Jim Qwilleran, journaliste et alcoolique repenti qui rencontre successivement deux chats siamois dont l’un, Kao K’o Kung dit Koko (le mâle), se révèlera doté de paires de vibrisses supplémentaires peut-être liées à des facultés de connaissances non-conventionnelles : Koko a en effet pour habitude de pousser des hurlements lorsqu’est assassinée une personne de la connaissance de son « maître » et, en outre, il ne cesse de faire tomber des étagères de la bibliothèque un livre dont le titre est censé aiguiller Qwilleran dans la résolution de l’« énigme » en cours.

L’action des trois premiers romans, écrits dans les années 1960, et du quatrième roman, se déroule dans une métropole non nommée des États-Unis (fortement inspirée de Détroit où elle a longtemps vécu et travaillé), plus tard désignée sous le vocable le Pays d’En-Bas.

Lilian Jackson Braun interrompit sa série puis la reprit en 1986 avec le Chat qui voyait rouge, roman à partir duquel la série devait rencontrer un succès jamais démenti. À partir du cinquième roman, le Chat qui jouait Brahms, l’action de ces nouveaux romans allait se trouver transposée, dans la plupart des romans, dans un lieu imaginaire, le Comté de Moose, situé « à 600 km au nord de partout » et qui accumule les clins d’œil au véritable Comté de Huron, dans le Michigan, et à sa capitale Bad Axe.

Jim Qwilleran, après avoir hérité d’une fabuleuse fortune léguée par une amie de sa mère défunte, s’installe avec ses deux chats Koko et Yum Yum à Pickax City, capitale du comté, d’abord dans les dépendances d’une ancienne maison de maître, puis dans une grange à pommes monumentale, de forme octogonale. Il choisit de confier la gestion de sa fortune à la Fondation Klingenschoen et préfère se consacrer à la rédaction de sa chronique bi-hebdomadaire dans le Quelque chose du comté de Moose et à ses relations humaines dans son nouveau havre de vie. La résolution des « énigmes » n’étant en fait que le prétexte à une description d’une certaine vie provinciale américaine, sans doute « idéalisée ».

Lilian Jackson Braun  a été édité profusément en français par la collection 10/18.

As leituras de Mounette, a gata da casa – 11 – Les lectures de Mounette, la chatte de la maison


Meu Deus! Coitada da Rapunzel! Não lhe invejo o fado e compreendo que cante para se distrair… Mas como em todos pos contos, tudo acabará bem, vão ver! Este segundo conto do álbum dos irmãos Grimm está aqui acabadinho de colocar à vossa disposição. Boa leitura!  Vossa Mounette

Mon Dieu! Pauvre Raiponce! Je n’envie pas son sort et je comprends qu’elle chante pour se distraire… Mas comme dans tous les contes, tout finira bien, vous allez voir! Voici le deuxième  conte de l’album des irmãos Grimm qui vient juste d’être mis à votre disposition. Bonne lecture,  Votre Mounette

Rick ‘O Shay e o gato de Hipshot por Stan Lynde – Rick ‘O Shay et le chat de Hipshotpar Stan Lynde


Aquela gata do Far-west é muito linda e levada da breca! Claro que não podia deixar de vir passear neste artigo. Embora o personagem mais conhecido do Stan Lynde seja Rick O’ Shay, a gata pertence a Hipshot (se alguma vez um gato tem dono!) e chama-se Belle Starr, uma estrela para este blogue. Como sempre, junto uma biografia curta do autor.

Stan Lynde (Myron Stanford Lynde ) nasceu em Billings, Montana a 23 de Setembro de 1931. Cresceu num rancho com gado situado na reserva de Índios Crow do Montana. Encorajado por sua mãe artista, Stan começou a desenhar, elaborando a sua primeira BD cómica para o jornal da escola. Lynde estudou arte e jornalismo na universidade estatal do Montana.

Em 1951, fez o serviço militar na U.S. Navy, onde desenhou a história aos quadradinhos ‘Ty Foon’ para o jornal da base.

En 1955, Lynde terminou o seu serviço na Marinha. Depois de uma tentativa para trabalhar no rancho e para um jornal de Colorado Springs, mudou-se para Nova Iorque em 1956. Ali teve um emprego no Wall Street Journal, tirando aulas de arte à noite.

Lynde descobriu os cartoons muito cedo — ainda criança, assinou o The Denver Post só para poder ler o Príncipe Valente. Trabalhou em diversos empregos no princípio dos anos 50 tentando várias vezes entrar no mundo das tiras cómicas. Rick O’Shay começou a ganhar relevo em várias publicações a partir de 1957. O Chicago Tribune Syndicate (cujo acervo incluía «Gasoline Alley», “Terry e os Piratas” e muitas outras series imortais, pegou  no personagem e começou a publicá-lo no domingo 27 de Abril de 1958. A versão diária saiu a 19 de Maio.

Primeira tira de Rick O’ Shay publicada na página dominical de 27 de Abril de 1958

Lynde continuou a desenhar essa tira até 1977, e fez um episódio comemorativo em 1992 (Rick O’Shay e Hipshot: «O Preço do Medo»). Naquela altura, Lynde tinha regressado ao Montana, enquanto as suas tiras saiam nas páginas de jornais como The Chicago Tribune, The Los Angeles Times e The Philadelphia Inquirer.

Em 1979, criou ‘Latigo’, outra tira de Western, que se publicou até 1983. Outra criação foi a prancha semanal ‘Grass Roots’, que desenhou em 1984-85 e de novo a partir de 1998. Desde os meados dos anos 90, Lynde também colaborou com o Swedish Fantomen magazine, começando por ‘Chief Sly Fox’ e, desde 2002, a tira cómica ‘Rovar Bob’ (‘Bad Bob’). Stan Lynde morava com a sua mulher Lynda em Helena, Montana, onde dirigiu o Cottonwood Publishing. Publicou oito romances, que se situavam no território do Montana nos anos 1880, assim como sete novelas das suas ‘Merlin Fanshaw’ séries de western. Stan Lynde faleceu devido a um cancro a 6 de Agosto de 2013.

Cette petite chatte du Far-West est bien mi- gnonne et espiègle ! Il fallait qu’elle vienne se promener dans ce blog. Bien que le person- nage le plus connu de Stan Lynde soit Rick O’ Shay, la chatte appar- tient à Hipshot (si tant est qu’un chat appar- tient à quelqu’un !) et s’appelle Bellstar, l’étoile de cet article. Comme toujours, je joins une courte biographie de l’auteur.

Stan Lynde (Myron Stanford Lynde) naquit à Billings, dans le Montana le 23 Septembre de 1931. Il grandit dans un ranch plein de bétail, situé dans la réserve des Indiens Crow du Montana. Encouragé par sa mère artiste, Stan se mit à dessiner, créant sa première BD comique pour le journal de son école. Lynde fit des études d’art et de journalisme à l’Université de l’État du Montana. En 1951, il fit son service dans l’U.S. Navy, où il exécuta une bande dessinée, ‘Ty Foon’, pour le journal de la base.

En 1955, Lynde termina son service militaire dans la Marine. Après une tentative pour travailler à la fois au ranch et pour un journal de Colorado Springs, il partit pour New York en 1956. Il y obtint un travail au Wall Street Journal, prenant des leçons d’art le soir.

Lynde avait découvert les  cartoons très tôt — encore enfant, il s’abonna au The Denver Post rien que pour pouvoir lire le Prince Vaillant. Au début des années 50, il enchaîna plusieurs emplois, tentant plusieurs fois d’entrer dans le milieu des bandes dessinées comiques. Rick O’Shay a commencé à prendre de l’importance dans plusieurs publications  à partir de 1957. Le Chicago Tribune Syndicate (qui détenait les séries «Gasoline Alley» et «Terry et les Pirates» ainsi que de nombreuses autres séries immortelles, signa un contrat pour le personnage et sa parution hebdomadaire commença le dimanche 27 Avril 1958. La version quotidienne sortit le 19 Mai.

Lynde continua à dessiner cette bande jusqu’en 1977, et dessina un épisode commémoratif en 1992 (Rick O’Shay et Hipshot: Le Prix de la Peur). À cette époque, Lynde était retourné au Montana, alors que ses bandes dessinées sortaient dans des journaux comme The Chicago Tribune, The Los Angeles Times et The Philadelphia Inquirer. 

En 1979, il créa ‘Latigo’, une autre bande dessinée de Western, qui se publia jusqu’à 1983. Une autre création fut la planche hebdomadaire ‘Grass Roots’,  qu’il dessina en 1984-85 et à nouveau à partir de 1998. A partir du milieu des années 90, Lynde collabora aussi avec le magazine Swedish Fantomen, commençant par ‘Chief Sly Fox’ et, à partir de 2002, continua avec la bande comique ‘Rovar Bob’ (‘Bad Bob’). Stan Lynde habitait avec sa femme, Lynda, à Helena au Montana, où il dirigea la Cottonwood Publishing. Il publia huit romans, dont l’action se situaient sur le territoire du Montana dans les années 1880, ainsi que sept nouvelles de ses séries de western ‘Merlin Fanshaw’. Stan Lynde mourut le 6 août 2013, d’un cancer.

L’époque de Noël est passée, mais aux cœurs purs, c’est Noël quand on veut!…

…mais attention aux lendemain des Fêtes!

 

As leituras de Mounette, a gata da casa 10 – Les lectures de Mounette, la chatte de la maison 9


Já cá estamos! O primeiro conto dos irmãos Grimm… Pois que estes contos foram escritos em duo. Os irmãos Grimm, Jacob (4/1/1785  – Berlim 20/9/1863) e Wilhelm (24/2/1786 – Berlim 16/ 12/1859) foram dois irmãos, ambos académicos, linguistas, poetas e escritores que nasceram na Alemanha. Ambos dedicaram- -se ao registro de várias fábulas infantis, ganhando assim grande notoriedade,  que, gradualmente, tomou proporções globais. Também deram grandes contribuições à língua alemã, tendo os dois trabalhado na criação e divulgação, a partir de 1838, do Dicionário Definitivo da Língua Alemã (o “Deutsches Wörterbuch”), que não chegaram a completar, por causa de morte.

Para começar, temos as deliciosas duas irmãs a braço com um detestável anão. Faz-me correr um arrepio na espinha de expectativa!… e desejar-lhes uma boa leitura.  Mounette

Nous y voilà! Le premier conte des frères Grimm… En effet, ces contes furent écrits en duo. Les frères Grimm, Jacob (4/1/1785 – Berlim 20/9/1863) et Wilhelm (24/2/1786 – Berlim 16/12/1859) étaient deux frères, académiciens, linguistes, poètes et écrivains, nés en Allemagne. Ensembles, ils s’adonnèrent à la compilation de plusieurs fables pour enfants, gagnant ainsi une grande notoriété,  qui, peu à peu, prit des proportions globales. Ila donnèrent aussi de grandes contributions à la langue allemande, ayant tous deux travaillé à la création et la divulgation, a partir de 1838, du Dictionnaire Définitif de la Langue Allemande (le “Deutsches Wörterbuch”), qu’ils ne terminèrent pas, pour cause de décès.

Pour commencer, nous avons les deux délicieuses sœurs aux prises avec un nain détestable. J’en ai des frissons dans le dos d’expectative!… et je vous souhaite une excellente lecture.  Mounette

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