Joseph Pinchon, o criador de Bécassine – Joseph Pinchon, le créateur de Bécassine


  • Émile Joseph Porphyre Pinchon nasceu em Amiens a 17 de Abril de 1871; a mãe era filha de um curtidor de Noyon  e o pai, Victor Émile, era advogado no tribunal de Amiens. Teve cinco irmãos e uma irmã. Um dos irmãos, Émile Léon Clément, seria escultor.
  • Depois dos estudos, primeiro em  Amiens  e depois em Paris (onde tirou o curso de Letras), Joseph inscreveu-se nas Belas-Artes, onde conheceu Fernand Cormon e  Albert Besnard.  Fez o seu serviço militar de 1892 a 1895 (sendo, entre outras coisas, encarregado de decorar umas casamatas …), e logo em 1897 expôs algumas das suas telas nos Salões parisienses. Foi membro durante muitos anos da Sociedade Nacional das Belas-Artes, de que chegou a ser vice-presidente em 1946.
  • Já em 1903, ilustrou vários jornais para as crianças (Saint-Nicolas, L’Écolier illustré, Le Petit Journal illustré de la Jeunesse…).
  •  Em 1905, é publicado o 1º número de La Semaine de Suzette, onde, de improviso, J.P.Pinchon criou a personagem Bécassine. Foi o princípio de uma longa série de cerca de 1500 pranchas consagradas à célebre criada bretã, publicadas nesse semanário, a maior parte das quais seria editada em álbuns (26 ao todo), de 1913 a 1939 ; os textos eram de Caumery, pseudónimo de Maurice Languereau.
  • De 1907 a 1914, Joseph foi desenhador do guarda-roupa da Opéra de Paris, tornando-se depois seu director   artístico.
  • Passou a maior parte da guerra de 1914-1918 nos serviços de camuflagem (onde os seus talentos de desenhador foram provavelmente utilizados !), na Bélgica e depois, de 1916 a 1918, na Macedónia (exército do Oriente). Foi nomeado cavaleiro da Legião de Honra em 1921 e seria promovido a oficial em 1950.
  • A 9 de Março de 1920, casou com Suzanne Armande Würtz, originária de Margny-lès-Compiègne, e prometida a um dos seus irmãos, morto em 1916 ; não tiveram filhos.
  • De 1929 a 1939, foi director artístico de Benjamin, semanário para a juventude fundado por Jaboune (aliás Jean Nohain). Colaborou também no L’Écho de Paris (desde 1920) e, nos anos 1940, em Âmes Vaillantes, Fanfan la Tulipe, Fillette, Wrill, Cap’taine Sabord, Le Petit Canard ou France-Soir Jeudi.
  • Desenhador talentoso e prolífico produziu centenas de desenhos para esses jornais e criou inúmeras personagens : Frimousset, Grassouillet, a família Amulette, Babylas, Suzel a pequena Alsaciana, Gringalou, Olive e Bengali, o tio Tontaine, etc. De 1930 a 1949, foram editados mais de trinta álbuns com essas pranchas.
  • J.P. Pinchon ilustrou igualmente cerca de trinta livros: citemos, por exemplo, A árvore (1899 ; texto de Georges Rodenbach), A Pequena Coronel (1905 ; texto de Georges Trémisot), As  Aventures de Mestre Raposo (1911 ; texto de Georges Le Cordier), A Aldeia do Tesouro Perdido (1925 ; texto de Jacqueline Rivière), História Santa Ilustrada (1934 ; texto do abade Jules Hénocque), Robert-Houdin (1939 ; text de Adhémar de Montgon), ou A Grande Matilha (1947 ; texto de Paul Vialar)…
  • Joseph Porphyre Pinchon, artista ecléctico, faleceu em Paris a 20 de Junho de 1953 e descansa em Amiens, no cemitério de Saint-Acheul.

  • Émile Joseph Porphyre Pinchon est né à Amiens le 17 avril 1871 ; sa mère était la fille d’un tanneur noyonnais, et son père, Victor Émile, fut avoué à la cour d’appel d’Amiens. Cinq frères et une sœur naîtront, dont Émile Léon Clément, qui deviendra sculpteur.
  • Après des études à Amiens puis à Paris (bachelier ès lettres), Joseph s’inscrivit aux Beaux-Arts, où il fréquenta notamment Fernand Cormon et Albert Besnard. Il effectua son service militaire de 1892 à 1895 (on l’employa, entre autres, à décorer des casernements…), et dès 1897, il exposa certaines de ses toiles aux Salons parisiens. Il restera longtemps actif au sein de la Société Nationale des Beaux-Arts, dont il sera même vice-président en 1946.
  • Dès 1903, il illustra divers journaux pour enfants (Saint-Nicolas, L’Écolier illustré, Le Petit Journal illustré de la Jeunesse…).
  • En 1905, paraît le premier numéro de La Semaine de Suzette, où, au pied levé, J.P.Pinchon crée le personnage de Bécassine. C’est le début d’une longue série d’environ 1500 planches consacrées à la célèbre bonne bretonne, publiées dans cet hebdomadaire, et pour la plupart éditées en albums (26 en tout, de 1913 à 1939 ; les textes sont de Caumery, pseudonyme de Maurice Languereau).
  • De 1907 à 1914, Joseph foi dessinateur de costumes à l’Opéra de Paris, puis en devint le directeur des services artistiques.
  • Il passa la plus grande partie de la guerre de 1914-1918 dans des services de camouflage (où ses talents de dessinateur ont été probablement mis à profit !), en Belgique puis, de 1916 à 1918, en Macédoine (armée d’Orient). Il fut nommé chevalier de la Légion d’honneur en 1921 (il sera promu officier en 1950).
  • Le 9 mars 1920, il épousa Suzanne Armande Würtz promise à un de ses frères, mort en 1916 ; ils n’auront pas d’enfant.
  • De 1929 à 1939, il fut directeur artistique de Benjamin, hebdomadaire pour la jeunesse fondé par Jaboune (alias Jean Nohain).
  • Il collabora aussi à L’Écho de Paris (dès 1920), et, dans les années 1940, à Âmes Vaillantes, Fanfan la Tulipe, Fillette, Wrill, Cap’taine Sabord, Le Petit Canard ou France-Soir Jeudi. Dessinateur talentueux et prolifique, il produisit des centaines de dessins pour ces journaux, et créa de nombreux personnages : Frimousset, Grassouillet, la famille Amulette, Babylas, Suzel la petite Alsacienne, Gringalou, Olive et Bengali, l’oncle Tontaine, etc. De 1930 à 1949, furent édités plus de trente albums reprenant ses planches.
  • J.P.Pinchon illustra également une trentaine de livres : citons par exemple L’arbre (1899 ; texte de Georges Rodenbach), La petite colonelle (1905 ; texte de Georges Trémisot), Les aventures de Maître Renard (1911 ; texte de Georges Le Cordier), Le hameau du trésor perdu (1925 ; texte de Jacqueline Rivière), Histoire sainte illustrée (1934 ; texte de l’abbé Jules Hénocque), Robert-Houdin (1939 ; texte d’Adhémar de Montgon), ou La Grande meute (1947 ; texte de Paul Vialar)…
  • Joseph Porphyre Pinchon, artiste éclectique, s’éteignit à Paris le 20 juin 1953, et repose à Amiens, au cimetière de Saint-Acheul.

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Cicero’s cat ou A gata do Tobias 21 – Cicero’s Cat ou La chatte de Cicero 21


  • Mais uma de Desdémona! O que faz a gulodice…!

  • Ce que c’est que la gourmandise, Desdémone!!!

Os gatos de Franco Caprioli 3 – Les chats de Franco Caprioli 3


  • Aqui temos as últimas imagens com José e Tiaré, da história L’Isola Giovedi. 
  • Em breve, mostraremos mais ilustrações do grande desenhador Franco Caprioli

  • Voici les dernières images de José et Tiaré, dans l’histoire L’Isola Giovedi. 
  • Nous aurons bientôt d’autres illustrations du grand dessinateur Franco Caprioli.

Os gatos de Franco Caprioli 2 – Les chats de Franco Caprioli 2


  • Outra história de Franco Caprioli com personagens felinos, o José e a Tiaré. «L’Isola Giovedi», ou seja  a Ilha Quinta-feira (em português foi chamada «A Ilha das Pérolas») é a continuação de «Fra I Canachi di Matareva», apresentada anteriormente. Aqui vão vários extractos da narrativa.
  • Esta é a primeira página dessa nova aventura.

À direita, o cartucho do título que aparece em muitas outras páginas… E em baixo a apresentação dos dois bichinhos que vão ter um papel activo no decurso da história; o próprio Francesco Caprioli e a sua mulher Francesca serviram de modelo para Italo e Maya, os dois protagonistas da aventura, como Caprioli frequentemente fazia.

  • Une autre histoire de Franco Caprioli a des personnages félins, Josè et Tiarè. «L’Isola Giovedi», c’est-à-dire l’Île Jeudi est la continuation  de «Fra I Canachi di Matareva» présentée antérieurement. Voici plusieurs extraits de la narration.
  • D’abord, la première page de  cette nouvelle aventure.
  • La cartouche du titre a servi pour de nombreuses pages… Puis les deux petites bêtes, qui vont avoir un rôle actif dans l’histoire, font connaissance. FranciscoCaprioli lui-même ainsi que sa femme Francesca ont servi de modèles pour Italo et Maya, les deux protagonistes de cette aventure, comme Caprioli le faisait souvent.

Cicero’s cat ou A gata do Tobias 20 – Cicero’s Cat ou La chatte de Cicero 20


  • Na aflição, qualquer solução serve!!!
  • En cas de besoin, tout peut servir!!!

Os gatos na literatura 28 – Leonor Fini – Les chats dans la littérature 28 – Leonor Fini


  • Leonor Fini nasceu em Buenos Aires, de mãe italiana e de pai argentino, a 30 de Agosto de 1908, e morreu em Paris a 18 de  Janeiro de 1996. Foi uma pintora surrealista, decoradora de teatro e escritora. A sua infância e  adolescência passaram-se em Trieste, na Itália, com sua mãe e junto da família materna. Não conheceu o pai, cedo desaparecido. Num meio burguês muito culto, adquiriu uma cultura cosmopolita.
  • Deixou a família aos 17 anos para instalar-se em Milão, onde começou a pintar. Em 1937, trocou a Itália por Paris, onde conheceu André Breton e os surrealistas. Inspirando-se nas suas teorias, experimentou o «desenho automático». Fez amizade com Georges Bataille, Victor Brauner, Paul Éluard e Max Ernst, sem nunca integrar o grupo. Explorou sozinha um universo onírico com personagens de olhos fechados (quase sempre mulheres). Com ela, a mulher é feiticeira ou sacerdotisa, bela e soberana.
  • A sua primeira exposição monográfica teve lugar em Nova Iorque, em 1939.
  • Leonor Fini realizou numerosos retratos (Jacques Audiberti, Jean Genet, Anna Magnani), confeccionou trajes para o teatro, o ballet e a ópera e ilustrou textos de Marcel Aymé («La Vouivre»), de Edgard Poe, do marquês de Sade («História de Julieta», 1945).
  • Numerosos poetas, escritores, pintores e críticos consagraram-lhe monografias, ensaios ou poemas, tais como Jean Cocteau, Giorgio De Chirico, Paul Éluard, Max Ernst, Alberto Moravia…
  • Leonor retirava-se frequentemente do mundo, mas sem deixar de se divertir.Habitou junto do Loire e na Córsega. 
  • Morreu num hospital nos arredores de Paris, sem nunca ter deixado de pintar e de escrever.
  • De 1939 até à sua morte, recensearam-se mais de 45 exposições individuais na Europa e nos Estados Unidos.
  • Leonor Fini adorava gatos, pintou numerosos quadros e desenhou vários esboços e aguarelas em homenagem aos gatos. Em 1977, até escreveu um livro inteiramente dedicado à sua paixão pelos felinos: «Miroir des chats» (Espelho de gatos).

  • Leonor Fini, née à Buenos Aires  d’une mère italienne et d’un père argentin, le 30 Août 1908, et morte à Paris le 18  janvier 1996, fut une artiste peintre surréaliste décoratrice de théâtre et écrivaine. Son enfance et son adolescence se passèrent à Trieste en Italie, auprès de sa mère et de sa famille maternelle. Elle n’a pas connu son père, très tôt disparu. Dans un milieu bourgeois très cultivé, elle acquérit une culture cosmopolite. Elle quitta sa famille à 17 ans pour s’installer à Milan et commença à peindre.
  • En 1937, elle quitta l’Italie pour Paris et rencontra André Breton et les surréalistes. S’inspirant de leurs théories, elle expérimenta le «dessin automatique». Elle se lia d’amitié avec Georges Bataille, Victor Brauner, Paul Éluard et Max Ernst sans jamais intégrer le groupe. C’est en solitaire qu’elle explora un univers onirique mettant en scène des personnages aux yeux clos (des femmes le plus souvent). Chez elle, la femme est sorcière ou prêtresse, belle et souveraine.
  • Sa première exposition monographique eut lieu à New York, en 1939.
  • Leonor Fini a réalisé de nombreux portraits (Jacques Audiberti, Jean Genet, Anna Magnani), confectionné des costumes pour le théâtre, le ballet et l’opéra et illustré des textes de Marcel Aymé («La Vouivre»), d’Edgard Poe, du marquis de Sade («Histoire de Juliette», 1945).
  • De nombreux poètes, écrivains, peintres et critiques lui ont consacré des monographies, essais ou poèmes dont Jean Cocteau, Giorgio De Chirico, Paul Éluard, Max Ernst, Alberto Moravia…
  • Leonor séjournait souvent retirée du monde, mais non sans festivités, ayant eu des maisons au pays de la Loire et en Corse.
  • Elle mourut dans un hôpital de la banlieue parisienne, sans jamais avoir cessé de peindre et d’écrire.
  • De 1939 à sa mort, on a recensé plus de 45 expositions personnelles en Europe et aux États-Unis.
  • Leonor Fini adorait les chats, elle a peint de nombreux tableaux et dessiné plusieurs esquisses et aquarelles en hommage aux chats. En 1977, elle consacra même un livre entièrement dédié à sa passion pour les félidés, Miroir des Chats.

Os gatos de Franco Caprioli 1 – Les chats de Franco Caprioli 1


     I gatti di Franco Caprioli

  • Franco Caprioli, um dos mais ilustres autores da banda desenhada italiana e mundial, nasceu em Mompeo, província de Rieti, no dia 5 de Abril de 1912.
  • Desde cedo, manifestou grande paixão pelas coisas do mar (talvez influenciado por um tio, Capitão de fragata), o que, aliado ao jeito para o desenho, originou um caso curioso: o pequeno Caprioli começou a desenhar o mar mesmo antes de o ter visto pela primeira vez! Esta paixão manteve-a ao longo da vida, o que naturalmente se reflectiu na sua obra, onde a temática marítima e os países exóticos tiveram um papel muito relevante. Eis por que ficou conhecido como “O Poeta do Mar”.
  • A sua “imagem de marca” foi a utilização do “pontilhismo” (técnica que consiste em desenhar pontos muito próximos uns dos outros, para dar a ilusão de sombras ou relevo), que aplicou com maestria nas suas histórias.
  • A obra de Caprioli – imensa e magnífica – espraiou-se por revistas italianas mas também inglesas, francesas, belgas, espanholas e portuguesas. Em Itália, trabalhou para as revistas Argentovivo, Topolino, Il Corriere dei Piccoli e sobretudo Il Vittorioso e Il Giornalino.
  • No pós guerra, desenhou para Giramondo L’Isola tabu e para Topolino I Fanti di Picche. No Il Vittorioso publicou inúmeras histórias como L’Elefante Sacro, Una strana Avventura, Dakota Jim, il cowboy verde, L’Ussaro della Morte, Kim, etc… No final da sua carreira trabalhou apenas para Il Giornalino, realizando algumas das melhores adaptações de clássicos de Júlio Verne, como “A Ilha Misteriosa”, “Miguel Strogoff”, “Os filhos do Capitão Grant” e “Um Capitão de 15 Anos”, editadas também em Portugal nos anos 70 e 80, em álbuns e revistas como o “Jornal da BD”.
  • “Os Filhos do Capitão Grant” foi mesmo a última história em que o artista trabalhou, deixando-a inacabada devido ao seu súbito falecimento em Roma, a 8 de Fevereiro de 1974.
  • Caprioli amava os animais e retratou várias vezes o seu cão Toby. Mas também desenhou gatos…! Seleccionei várias páginas e vinhetas de duas histórias que se seguem e complementam uma à outra, publicadas em Itália na revista Topolino, em 1940-41: «Fra I Canachi di Matareva» e «L’Isola Giovedi». A título de curiosidade, refiro que a 1ª parte destas histórias surgiu também em Portugal, no Álbum do Cavaleiro Andante     nº 54.
  • Eis extractos da primeira dessas duas histórias:

  • Franco Caprioli, un des plus illustres auteurs de bande dessinée italienne et mondiale, vit le jour à Mompeo, province de Rieti, le 5 avril 1912.
  • Très tôt, il  manifesta une grande passion  pour les choses de la mer (peut-être influencé par un oncle capitaine de frégate), ce qui, allié à son aptitude pour le dessin, fut à l’origine d’un cas curieux: le petit Caprioli se mit à dessiner la mer bien avant de l’avoir vue pour la première fois! Il maintint cette passion tout au  long de sa vie ce qui, naturellement, se ressentit dans son œuvre, où le thème maritime et les pays exotiques eurent un rôle prépondérant. C’est pour cela qu’il fut connu comme “Le Poète de la Mer”.
  • Son “image de marque” fut l’usage du “pointillé” (technique qui juxtapose des petits points, pour traiter les ombres ou le relief), qu’il appliqua avec maestria dans ses histoires. L’œuvre de Caprioli – immense et magnifique – fut divulguée par des revues italiennes mais aussi anglaises, françaises, belges, espagnoles et portugaises.
  • En Italie, il publia dans les revues Argentovivo, Topolino, Il Corriere del Piccoli et surtout Il Vittorioso et Il Giornalino.
  • Dans l’Après-guerre, il dessina pour Giramondo L’Isola tabu et pour Topolino I Fanti di Picche. Il Vittorioso publia d’innombrables histoires comme L’Elefante Sacro, Una strana Avventura, Dakota Jim, il cowboy verde, L’Ussaro della Morte, Kim, etc… Em fin de carrière il a travaillé exclusivement pour Il Giornalino.
  • On compte dans son œuvre quelques-unes des meilleures adaptations de classiques de Jules Verne, comme “L’île mystérieuse”, “Michel Strogoff”, “Les enfants du capitaine Grant” et “Un capitaine de 15 ans”.
  • “Les enfants du capitaine Grant”  fut d’ailleurs la dernière histoire que l’artiste a dessiné, la laissant inachevée à cause de son soudain décès à Rome, le 8 février 1974.
  • Caprioli  aimait les animaux et a plusieurs fois dessiné son chien Toby. Mais il a aussi dessiné des chats…! J’ai sélectionné plusieurs pages, strips et cases de deux histoires qui font suite l’une à l’autre, publiées en Italie dans la revue Topolino, en 1940-41; «Fra I Canachi di Matareva» e «L’Isola Giovedi». Voici d’abord des extraits de la première de ces histoires.

 

Cicero’s cat ou A gata do Tobias 19 – Cicero’s Cat ou La chatte de Cicero 19


  • Desdemona tem bom coração e ideias originais para ajudar o próximo!!!

  • Desdémone a bon cœur et des idées bien à elle pour aider son prochain!!!

Gato esperto!? – Chat débrouillard!?


  • Não sei quem é o autor, mas gostei…  e chamei a prancha:

« Por quem me tomas?!?»

  • Je ne sais pas qui est l’auteur, mais ça m’a plu… et je l’ai appelé:

«Pour qui me prends-tu?!?»

Franco Caprioli, o desenhador poeta – Franco Caprioli, le dessinateur poète


 Não só de gatos vive este blog!

 Com a devida vénia e para divulgar  um trabalho sobre o grande Franco Caprioli, de quem se festeja este ano o centenário do nascimento, reproduzo o belo artigo de Carlos Rico no BDBD.
Assim os interessados podem também contactar quem de direito para adquirir tanto a revista como o DVD.

Ce blog ne vit pas que pour les chats!

 Avec un grand merci pour le BDBD blog et pour divulger  un travail sur le grand Franco Caprioli dont on fête cette année le centennaire de la naissance, je reproduis le bel article de Carlos Rico dans BDBD.
Ainsi les interessés peuvent aussi contacter les personnes ci.dessous pour acquérir tant la revue como le DVD. Je sais bien que c’est en portugais, mais par exemple dans le DVD il u y a plein de belles planches en italien et, surtout, les dessins sont magnifiques.
 FANZINE E E-BOOK SOBRE CAPRIOLI

“Franco Caprioli – no Centenário do Desenhador Poeta” é o mais recente trabalho de Jorge Magalhães, lançado durante a homenagem que Moura (em Junho) e Viseu (em Agosto) promoveram ao grande desenhador italiano.
Pensado, inicialmente, para uma edição apenas em papel, acabou por ser lançado em dois suportes diferentes (em papel e em formato e-book), o que permitiu a Magalhães substituir e acrescentar algum material extra à versão electrónica. Estas diferenças de conteúdo fazem com que cada peça seja independente uma da outra mas, em simultâneo, seja, também, um complemento, o que torna ainda mais apetecível a sua aquisição por parte dos coleccionadores.

Página 39 do fanzine

No caso do fanzine/revista, trata-se de um excelente artigo sobre a vida e obra do grande desenhador italiano, numa edição a cores profusamente ilustrada e com uma apresentação magnífica (aliás, dentro da linha a que as edições da Câmara Municipal de Moura nos tem habituado desde há alguns anos).
A publicação da história “Olac, o Gladiador” (restaurada a partir de revistas inglesas e publicada pela primeira vez a cores no nosso país!) e a quadriculografia portuguesa de Caprioli completam esta autêntica edição de coleccionador, em “formato clássico”.

Quanto ao e-book (numa edição do Gicav), apresenta um menú variado, com oito capítulos bastante apelativos, a saber:
1) Monografia (com algumas ilustrações extra que, por falta de espaço, não puderam ser inseridas na versão em papel)
2) Histórias do Mar – três histórias completas e inéditas no nosso país (em substituição de “Olac, o Gladiador”): Capitan Gambedilegno – Il Giornalino nº 13 (1972); Il mozzo del Sant’Elia – Il Giornalino nº 18 (1972); Balene d’assalto – Il Giornalino nº 22 (1973)
3) As 12 mais belas histórias de Caprioli – segundo as preferencias de Fulvia Caprioli, Luiz Beira, Jorge Magalhães, Carlos Rico e Carlos Almeida
4) Galeria de Imagens – fotos e desenhos de família (por especial deferência de Fulvia Caprioli)
5) Con Franco Caprioli Nell’Aventura del Mare” – páginas antológicas do desenhador que ficou conhecido como “O Poeta do Mar”
6) Quadriculografia portuguesa e brasileira de Caprioli
7) Nota biográfica
8) Os herdeiros de Caprioli – uma breve referência aos filhos do artista, Fabrizio (já falecido) e Fulvia (que teve uma colaboração muito importante na realização de uma boa parte deste trabalho).

O fanzine e o e-book sobre Franco Caprioli, coordenados por Jorge Magalhães, paginados por Catherine Labey (que teve também um trabalho notável no restauro das inúmeras imagens que ilustram esta obra) e editados, respectivamente, pela Câmara Municipal de Moura e pelo Gicav – Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu, podem ser adquiridos através dos seguintes contactos: Para o fanzine (com 208 x 290 mm, capa e miolo a cores, papel couché, 56 páginas):

Câmara Municipal de Moura
(ao cuidado de Carlos Rico)
Praça Sacadura Cabral
7860.207 Moura
Telefone: 285 250 400
e-mail: carlos.rico@cm-moura.pt

Preço: 12,50 € (+ portes de correio)

Para a versão e-book, os pedidos devem ser encaminhados para:

Gicav – Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu
(ao cuidado do Dr. Luís Filipe)
Rua João Mendes, nº. 51
3500. 142 Viseu
Telefone: 965062561
e-mail: luismacua@gmail.com

Preço: 5,00 € (+ portes de correio)

Contra-capa e capa do e-book

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