Conselhos de segurança à moda gatarral – Conseils de sécurité à la mode chattesque – 1


the-9-lives-of-el-gato-capaO meu bom amigo Leonardo de Sá, conhecendo bem as minhas affinidades felinas, mandou-me este comic book como curiosidade. Resolvi não o legendar para conservar o estilo do tipo de letra e porque é muito compreensível, mesmo para quem não domina a língua de nossos amigos americanos.

Na verdade esse folheto de prevenção foi publicado pela U.S. Consumer Product Safety Comission (CPSC) um organismo indepen- dente para a defesa do consumidor.

A ideia de utilizar as novas vidas do gato para exemplificar os perigos do fogo me pareceu engraçada, razão pela qual a partilho convosco, com o rítmo de três vidas por post...

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Mon ami Leonardo de Sá, connaissant bien mes affinités félines, m’a envoyé ce comic book comme une  curiosité. J’ai décidé de ne pas changer  le lettrage pour conserver le style de la calligraphie et parce que les images sont très explicites, même pour qui ne domine pas la langue de nos amis américains.

En fait, cette brochure de prévention a été publiée par l’U.S. Consumer Product Safety Comission (CPSC) un organisme indépendant  pour la défense du consommateur.

L’idée d’utiliser les neuf vies du chat pour exposer les dangers du feu me semble bien trouvée, voilà pourquoi je la partage avec vous, au rythme de trois vies par post...

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Poesia felina de Jorge Magalhães – Poésie féline de Jorge Magalhães – 18


De novo a Patrícia… Está pronto o poema há um ror de tempo e julgava tê-lo publicado…  mas  agora verifica-se o contrário!

Portanto, vamos corrigir esta falta… e já! A Patrícia e o Jorge que me perdoem, assim como os nossos leitores.

Encore Patricia… Il y a belle lurette que le poème est prêt et je croyais l’avoir publié…  mais  maintenant le contraire s’avère!

Nous allons donc corriger cette erreur… tout de suite! Que Patricia et Jorge me pardonnent, tout comme nos lecteurs.

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As leituras de Mounette, a gata da casa 5 – Les lectures de Mounette, la chatte de la maison 5


leitura-atentaCaros amigos, preparem os seus lenços! Vem aí a história que faz chorar as pedras da calçada… Estamos a aproximar-nos da época natalícia que a Cath me disse ser aquela em que todos tentam ser bonzinhos.

Portanto, esta história vem a calhar para lhes lembrar  isso. Miau, tenho dito!

Vossa dedicada bibliotecária de serviço, Mounette

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jai-tout-luChers amis, préparez vos mouchoirs! Voici l’histoire qui, comme on dit en portugais, fait pleurer les pierres de la chaussée… Nous approchons de l’époque de Noël que Cath me décrit comme celle où tous tentent d’être gentils.

Donc, cette histoire vient à point pour vous le rappeler. Miaou, j’ai dit!

Votre dévouée bibliothécaire de service, Mounette

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Os gatos e a pintura (e a escultura) – Alberto Giacometti – Les chats et la peinture (et la sculpture)


20140120233910-giacometti_alberto_selbstportraet_268Alberto Giacometti nasceu em 1901 na Suiça. Seu pai, Giovanni Giacometti, também ele pintor, incentivou o seu interesse pelas artes. Depois dos estudos liceais, Alberto foi estudar na Escola das Belas-Artes de Genebra antes de chegar a Paris em Janeiro de 1922.

Frequentou o ateliê de Antoine Bour- delle, na Grande Chaumière de Mont- parnasse e descobriu o cubismo, a arte africana e o estatuário grego, inspi- rando-se deles nas suas primeiras obras.

As suas esculturas eram todas primeiro elaboradas em gesso, depois por vezes pintadas ou fundidas em bronze, técnica que praticaria toda a sua vida.

femme-cuillereInstalou-se em Dezembro de 1926, no no 46 da rua Hippolyte-Maindron (no14º bairro), na « caverna-atelier » que nunca mais deixou, apesar do  espaço exíguo pouco confortável.

Embora o essencial da sua produção se realizava em Paris, Giacometti voltava regularmente na Suiça, onde trabalhava nos ateliês do seu pai, em Stampa e Maloja. Em 1927, Alberto Giacometti expôs as suas primeiras obras no Salão das Tuilleries (Femme cuillère, 1927).

Depois de criar esculturas «lisas» (Femme, 1929) e « abertas » (Homme et Femme, 1929), Giacometti aproximou-se dos surrealistas, e expôs a partir de 1930, ao lado de Joan Miró e Jean Arp na galeria Pierre Matisse, com que assinou um contrato em 1929. Em 1931, aderiu oficialmente ao grupo surrealista parisiense. Foi quando criou diversas obras, gravuras e desenhos, para ilustrar livros de René Crevel, Tristan Tzara e André Breton.

405Com La Boule suspendue, Giaco- metti criou o primeiro « objecto à funcionamento simbólico» (1930) e uma série de esculturas surrealistas que encantaram Breton : L’Objet invisible (1934). A inquietação, o onirismo, a incerteza, a violência são as características das esculturas dessa época : Cube, Femme qui marche, Femme couchée qui rêve, Femme égorgée, Cage, Fleur en danger, Objet désagréable à jeter, Table, Tête crâne.

Excluído do grupo surrealista em 1935, Giacometti guardou todavia relações amigáveis e as suas esculturas não deixaram de ser apresentadas nas diversas exposições surrealistas.

795-alberto-giacometti-no-seu-estudioÀ partir de 1935, Giacometti abandonou o anedótico e os títulos literários para encetar uma pesquisa da repres- entação da realidade, produzindo umas séries de cabeças para as quais posaram o seu irmão e um modelo.

Em Dezembro de 1941, deixou Paris para Genebra. Traba- lhava num quarto de hotel, continuando a produção das minúsculas esculturas começada em Paris. A impossibilidade de realizar uma escultura de grande dimensão o 2574incomodava, e foi só depois de ter vencido esse obstáculo com a Femme au chariot, em 1944-1945, que se decidiu a deixar a Suiça.

Em Setembro de 1945, Giacometti regressou a Paris, onde se lhe juntou em 1946 Annette Arm, com quem casou em 1949. Em Outubro de 1946, André Breton, de regresso dos Etados-Unidos, declarou à imprensa : « Segundo as suas novas pesquisas, verifiquei com entusiasmo que em escultura Giacometti conseguiu fazer a síntese das suas preocupações anteriores, de que sempre me pareceu depender a criação do estilo da nossa época. » Algumas das suas obras ainda fizeran éco do surrealismo (Le Nez, 1947-1949) e La Main, 1947).

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Foi nesse período (1946-1947) que se afirmou o novo estilo de Giacometti, caracterizado por altas figuras filiformes. A sua produção foi estimulada pelas relações que voltou a ter com o marchand nova iorquino Pierre Matisse em Janeiro de 1948. Graças à recondução dos acordos passados em 1936 com o galerista, Giacometti pôde mandar fundir em bronze, em 1947, oito da suas novas esculturas, entre as quais L’homme qui pointe e o primeiro Homme qui Marche. imagesSeguiram-se em 1948 Les trois hommes qui marchent e as Places. Mas foi para a exposição, que abriu em Dezembro de 1950 na galerie de Pierre Matisse, que Giacometti produiziu algumas das suas mais famosas esculturas, de que começou a edição em bronze, nomeadamente : Quatre femmes sur socle, Quatre figurines sur piédestal, La Forêt, La Clairière, La Cage, Le Chariot, La femme qui marche entre deux boîtes qui sont des maisons.

Foi somente em Junho de 1951 que aconteceu a sua primeira exposição pós-guerra em Paris, na galeria Maegh. Apresentou ali obras já expostas na galeria Matisse, e também  várias novas obras, todas em gesso, entre as quais O Gato e O Cão.

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Em 1948, Jean-Paul Sartre assinara o prefácio da sua primeira exposição em Nova Iorque, « La recherche de l’absolu ». Em 1951, foi a vez de Leiris e Ponge a acompanhar a exposição na galeria Maeght. Em 1954, Sartre escreveu outro texto de referência sobre o artista. No mesmo ano, Giacometti conheceu Jean Genet, de quem fez o retrato, e foi para a publicação da galeria Maeght, Derrière le miroir, que Genet escreveu em 1957 um dos mais brilhantes ensaios sobre o artista, L’Atelier d’Alberto Giacometti.

giacometti-theredlistA partir do meio dos anos 1950, Giacometti reduziu os seus motivos à cabeças, bustos e figuras. Representando a França na Bienal de Veneza, em 1956, Giacometti expôs uma série de figuras femininas um pouco mais pequenas que o tamanho natural, conhecidas mais tarde como as Femmes de Venise. No fim de 1958, obteve, graças à Pierre Matisse, uma encomenda para uma praça em Nova Iorque em frente do Chase Manhattan Bank, projecto que abandonaria. Para esse monumento, criou três elementos : 20130504004307-giacomettitetedefeme_0uma grande mulher, um homem que anda, uma grande cabeça, continuando as suas pesquisas em tamanho grande. Esse monumento será afinal instalado no pátio da Fondation Maeght. Tem então dois Hommes qui marchent, duas Grandes femmes e uma cabeça monumental.

No fim da sua vida, Giacometti recebeu muitas honrarias. Recebeu o prémio Carnegie internacional em 1961, o grande prémio de escultura da Biennal de Veneza em 1962, o prémio Guggenheim em 1964, e o grande prémio internacional das artes atrbuido pela França em 1965.

3840x3840_5727652f91f4fOperado de um cancro no estômago em Fevereiro de1963, Giacometti curou-se. Nassa altura, participava activamente no projecto da Fundação Maeght, oferecendo pelo preço da fundição um número importante de bronzes (« Il y a un certain intérêt à ce que ces sculptures existent groupées ensemble », escreveu a Pierre Matisse. Nos seus últimos anos, seguiu atentamente o projecto da Fundação com o seu nome, que foi criada na Suiça, para abrigar a colecção de G. David Thompson, um industrial de Pittsburgh que tinha o projecto de abrir um museu nos Estados Unidos.

Alberto Giacometti,suiss sculptor painting Annette. 1954

Alberto Giacometti morreu no hospital cantonal de Coire, na Suiça, a 11de Janeiro de 1966. O seu corpo foi transferido à Borgonovo, e enterrado perto do túmulo dos seus pais.

A sua viúva, que lhe sobreviveu até 19 de Setembro de 1993, consagrou-se à defesa da sua obra e criou por testamento uma Fondation Alberto et Annette Giacometti, reconhecida de utilidade pública em 2003, cuja sede se situa em Paris. Reune numerosos quadros e esculturas do artista, assim como um centro de pesquisa e de documentação.

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Alberto Giacometti naquit en 1901 en Suisse, dans le canton des Grisons. Son père, Giovanni Giacometti, lui-même peintre, le poussa à s’intéresser à l’art.800px-alberto-giacometti-etching-author-jan-hladik-2002 Au terme de ses cours secondaires, Alberto partit étudier à l’École des Beaux-Arts de Genève avant d’arriver à Paris en janvier 1922.

Il fréquenta l’atelier d’Antoine Bourdelle, à la Grande Chaumière de Montparnasse et découvrit le cubisme, l’art africain et la statuaire grecque, s’en inspirant dans ses premières œuvres. Ses sculptures étaient en plâtre, ensuite parfois peintes ou coulées en bronze, technique qu’il pratiquera jusqu’à la fin de sa vie.

Il emménagea en décembre 1926, au no 46 de la rue Hippolyte-Maindron (14e arrondissement), dans « la caverne-atelier » qu’il ne quittera plus, malgré la petite taille et l’inconfort des lieux. Bien que l’essentiel de sa production fût réalisée à Paris, Giacometti retournait régulièrement en Suisse, où il travaillait dans les ateliers de son père, à Stampa et Maloja. En 1927, Alberto Giacometti exposa ses premières œuvres au Salon des Tuileries (Femme cuillère, 1927).

Après avoir créé des sculptures « plates » (Femme, 1929) et « ouvertes » (Homme et Femme, 1929), Giacometti se rapprocha des surréalistes, et exposa à partir de 1930, aux côtés de Joan Miró et Jean Arp à la galerie Pierre Matisse avec laquelle il passa un contrat en 1929. En 1931, il adhéra officiellement au groupe surréaliste parisien. Ce fut quand  il créa diverses œuvres ainsi que des gravures et des dessins, servant d’illustrations pour des livres de René Crevel, Tristan Tzara et André Breton.

b5c0ae954ba530c4889088286af7ae0947fac434Avec La Boule suspendue, Giacometti créa le premier « objet à fonctionnement symbolique » (1930) et une série de sculptures surréalistes qui enchantèrent Breton : L’Objet invisible (1934). L’inquiétude, l’onirisme, l’incerti- tude, la violence sont les caractéristiques des sculptures de cette époque : Cube, Femme qui marche, Femme couchée qui rêve, Femme égorgée, Cage, Fleur en danger, Objet désagréable à jeter, Table, Tête crâne.

Exclu du groupe surréaliste en 1935, Giacometti garda toutefois des relations amicales et ses sculptures ne cesseront d’être présentées dans les diverses expositions surréalistes.

À partir de 1935, Giacometti délaissa l’anecdote et les titres littéraires pour poursuivre une quête de la représentation de la réalité, produisant des séries de têtes pour lesquelles posèrent son frère et un modèle.

e1e2258c74632e4c77eef4c64be99c4a7a7f143dEn décembre 1941, il quitta Paris pour Genève. Il travaillait dans une chambre d’hôtel, poursuivant la production des sculptures minuscules commencée à Paris. L’impossibilité de réaliser une sculpture de grande taille le hantait, et ce n’est qu’après avoir vaincu cet obstacle avec la Femme au chariot, en 1944-1945, qu’il décida de quitter la Suisse.

En septembre 1945, Giacometti revint à Paris, où il fut rejoint en 1946 par Annette Arm, qu’il épousa en 1949. En octobre 1946, André Breton, de retour des États-Unis, déclara à la presse : « Au terme de ses nouvelles recherches, j’ai vérifié avec enthousiasme qu’en sculpture Giacometti était parvenu à faire la synthèse de ses préoccupations antérieures, de laquelle m’a toujours paru dépendre la création du style de notre époque. » Certaines de ses œuvres firent encore écho au surréalisme (Le Nez, 1947-1949) et La Main, 1947).

C’est pendant cette période (1946-1947) que s’affirma le nouveau style de Giacometti, caractérisé par de hautes figures filiformes. Sa production fut stimulée par les relations qu’il renoua avec le marchand new-yorkais Pierre Matisse en janvier 1948. Grâce à la reconduction des accords passés en 1936 avec le galeriste, Giacometti put faire fondre en bronze, en 1947, huit de ses nouvelles sculptures, dont L’homme qui pointe et le premier Homme qui Marche. Suivirent en 1948 photograph_of_alberto_giacometti_by_cartier_bressonLes trois hommes qui marchent et les Places. Mais c’est pour l’exposition, qui ouvrit en décembre 1950 dans la galerie de Pierre Matisse, que Giacometti produisit quelques-unes de ses plus fameuses sculptures, dont commença l’édition en bronze, parmi lesquelles : Quatre femmes sur socle, Quatre figurines sur piédestal, La Forêt, La Clairière, La Cage, Le Chariot, La femme qui marche entre deux boîtes qui sont des maisons.

Ce fut seulement en juin 1951 qu’eut lieu sa première exposition d’après-guerre à Paris, à la galerie Maegh. Il y présenta des œuvres déjà montrées à la galerie Matisse, et plusieurs œuvres nouvelles, toutes en plâtre, dont Le Chat et Le Chien.

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En 1948, Jean-Paul Sartre avait signé la préface de sa première exposition à New York, « La recherche de l’absolu ». En 1951, ce furent Leiris et Ponge qui accompagnèrent l’exposition chez Maeght. En 1954, Sartre écrivit un autre texte de référence sur l’artiste. La même année, Giacometti rencontra Jean Genet, dont il fit le portrait,2589 et ce fut pour la publication de la galerie Maeght, Derrière le miroir, que Genet écrivit en 1957 un des plus brillants essais sur l’artiste, L’Atelier d’Alberto Giacometti.

À partir du milieu des années 1950, Giacometti réduisit ses motifs à des têtes, des bustes et des figures. Représentant la France à la Biennale de Venise, en 1956, Giacometti exposa une série de figures féminines un peu moins grandes que nature, connues par la suite sous l’appellation de Femmes de Venise. À la fin de 1958, il obtint, grâce à Pierre Matisse, une commande pour une place à New York devant la Chase Manhattan Bank, projet qu’il abandonnera. Pour ce monument, il créa trois éléments : une grande femme, un homme qui marche, une grande tête, poursuivant ses recherches antérieures en grande taille. Ce monument ne sera installé finalement que dans la cour de la Fondation Maeght. Il comprend alors deux Hommes qui marchent, deux Grandes femmes et une tête monumentale.

grande-tete-de-la-mereÀ la fin de sa vie, Giacometti fut comblé d’honneurs. Il remporta le prix Carnegie international en 1961, le grand prix de sculpture de la Biennale de Venise en 1962, le prix Guggenheim en 1964, et le grand prix international des arts décerné par la France en 1965.

Opéré d’un cancer de l’estomac en février 1963, Giacometti en guérit. À cette époque, il participait activement au projet de la Fondation Maeght, en faisant cadeau pour le prix de la fonte d’un nombre important de bronzes (« Il y a un certain intérêt à ce que ces sculptures existent groupées ensemble », écrivait-il à Pierre Matisse. walking-man-alberto-giacomettiDans ses dernières années, il suivit attentivement le projet de Fondation à son nom, qui fut créée en Suisse, pour recueillir la collection de G. David Thompson, un industriel de Pittsburgh qui avait le projet d’ouvrir un musée aux États-Unis.

Alberto Giacometti mourut à l’hôpital cantonal de Coire, en Suisse, le 11 janvier 1966. Son corps fut transféré à Borgonovo, et inhumé près de la tombe de ses parents.

Sa veuve, qui lui survécut jusqu’au 19 septembre 1993, se consacra à la défense de son œuvre et créa par testament une Fondation Alberto et Annette Giacometti, reconnue d’utilité publique en 2003, dont le siège se situe à Paris. Elle comprend un grand nombre de tableaux et de sculptures de l’artiste, ainsi qu’un centre de recherche et de documentation.

 

As leituras de Mounette, a gata da casa 4 – Les lectures de Mounette, la chatte de la maison 4


Já vamos no terceiro conto!

921e43b16909d09fa4c6dd88b1933e40Meus amigos, a Cath continua a querer fazer de mim uma bibliófila! E, claro, venho partilhar convosco este novo conto porque um autor como Hans Christian Andersen é agradável de ler… E desta vez, nada de diabruras! Vem aí um conto suave que retrata a coragem de uma menina face ao despotismo do avô.

Boa leitura é o que vos desejo, a leitora entusiasta, Mounette.

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Et voici le troisième conte!

chat04Mes amis, Cath continue à vouloir faire de moi une bibliophile ! Et, bien sûr, je viens partager avec vous ce nouveau conte parce qu’un auteur comme Hans Christian Andersen est agréable à lire… Et cette fois-ci, pas la moindre diablerie ! Voici un conte suave qui montre le courage d’une jeune fille face au despotisme d’un grand-père.

Bonne lecture vous souhaite la lectrice enthousiaste, Mounette

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As leituras de Mounette, a gata da casa 3 – Les lectures de Mounette, la chatte de la maison 3


gato-e-o-livro-de-contosAqui  está! Devagar mas com segu- rança,  Mounette continua a ver a sua biblioteca crescer… com outro conto de Hans Christian Andersen. E já se está a arrepiar toda com a perspectiva de uma história «dos diabos»!

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chat-lecteurVoilà, voilà! Lentement mais sûrement, Mounette continue à voir sa bibliothèque augmenter… avec un autre conte d’Hans Christian Andersen. Elle sent déjà plein de délicieux frissons devant la perspective d’une histoire «du diable»!

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Auto-retrato – Auto-portrait


Absolutamente delicioso, guardava este auto-retrato (anónimo) para o colocar aqui, mas O Gato Alfarrabista adiantou-se juntando a ilustração de Rockwell… Portanto, com a devida vénia, apresento uma cópia do post do Gato… (entre gatos há entendimento, claro !)

Absolument délicieux, je gardais cet auto-portrait (anonyme) pour le publier ici, et puis le Gato Alfarrabista m’a devancé en ajoutant, à bon escient, l’illustration de Rockwell… Donc, avec une belle révérence, voici une copie do post du O Gato… ( entre gatos ( chats ) on  s’entend, bien sûr! )

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Imitando Norman Rockwell…

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As leituras de Mounette, a gata da casa 2 – Les lectures de Mounette, la chatte de la maison 2


Leituras da Mounette 1Bem, meus amigos, espero com impaciencia o resto daquele conto do senhor Andersen que Catherine desenhou… Eu sei que ela começou a preparar o conto seguinte, mas isso demora tempo. Entretanto ela já vai possibilitar-me o prazer da leitura do que aconteceu ao rouxinol… e ao imperador! Vejam!

Atentamente, a leitora entusiasta, Mounette

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Leituras da Mounette 2Bon, chers amis, j’attends avec impatience la suite de ce conte de monsieur Andersen que Cathe- rine a dessiné… Je sais qu’elle a commencé à préparer le conte suivant, mais ça prend du temps. D’ores et déjà, elle va me pro- portionner le plaisir de lire ce qui est arrivé au rossignol… et à l’empereur!  Regardez!

Cordialement, la lectrice enthousiaste, Mounette

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Quando o gato inspira o rato, por Raul Correia – Quand le chat inspire le rat, par Raul Correia


Com a devida vénia, aqui reproduzo o texto de apresentação elaborado por Jorge Magalhães, no seu blogue O Voo do Mosquito, por ele o fazer muito melhor do que eu! Achei por bem editar esse texto de Raul Correia por se tratar de rato… e gato.

Trocando, para variar, a lírica inspiração de Raul Correia (vulgo o Avozinho) por um estilo humorístico, outra faceta que o ecléctico director literário d’O Mosquito gostava de cultivar, apresentamos mais um dos seus textos em prosa — não menos fluente e rítmica e ainda de agrado geral para os leitores dos anos 70, mesmo quando nela transparecia a intenção de imitar o Avozinho e a sua métrica, rimando frases como se fossem versos e pondo sempre a tónica na amena filosofia moral que o tempo em nada tinha alterado.

As ilustrações deste cantinho reservado a Raul Correia no Jornal do Cuto (desde o seu 1º número) eram invariavelmente de José Batista, um desenhador que interpretou de forma realista, por vezes com refinada sensibilidade estética, o lirismo do poeta que, como devoto leitor d’O Mosquito e do Avozinho, também soubera apreciar na infância. Resta acrescentar, a título de curiosidade, que José Batista (mais conhecido, nessa época, pelo acrónimo de Jobat) chegou a ser chefe de redacção do Jornal do Cuto. O presente texto foi publicado no nº 35, de 1/3/1972.

cantinho de un poeta cor

Avec une révérence méritée et due, je reproduit ici la présentation élaborée par Jorge Magalhães, dans son blogue O Voo do Mosquito (Le Vol du Moustique), parce qu’il la fait bien mieux que moi! J’ai eu envie de publier ce texte de Raul Correia parlant de souris… et de chat.

Pour changer de l’inspiration  lyrique de Raul Correia (dit Bon Papa)) pour un style humoristique, une autre facette que l’écclectique directeur littéraire de la mythique revue pour la jeunesse portugaise O Mosquito aimait cultiver, nous vous presentons un de ses textes en prose — fluide e rythmique et toujours apprécié par les lecteurs des années 70, même quand y transparaît l’intention d’imiter le Bon Papa ( du Mosquito) et sa métrique, faisant rimer les frases comme si c’étaient des vers ( ce que j’ai essayé de maintenir dans la traduction ) et marquant toujours le ton sur une légère philosophie morale que le temps a en rien modifié .

Les illustrations de ce coin réservé à Raul Correia dans le Journal du Cuto (depuis son 1er numéro) étaient invariablement de José Batista, un dessinateur qui a interprété de façon réaliste, parfois avec une sensibilité estétique raffinée, le lyrisme du poète que, comme dévot lecteur d’O Mosquito et du Bon Papa, il avait su apprécier dans son enfance.  José Batista (mieux connu, à l’époque par l’acronyme Jobat) a été chef de rédaction du Journal du Cuto. Le texte ici présent a été publié dans le nº 35, de 1/3/1972.

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As leituras de Mounette, a gata da casa 1 – Les lectures de Mounette, la chatte de la maison 1


Leituras da Mounette 1Pronto, há já algum tempo que Cath quer constituir a minha biblioteca e, como sou uma gata generosa, venho partilhar convosco as minhas leituras… Aqui têm uma banda desenhada que ela realizou há alguns anos, com adaptação literária de Jorge Magalhães, e que acabou de remodelar, digitalizando os seus originais em P&B para refazer a cor, tratando-a de outra maneira, eliminando a maior parte do traço preto (um trabalho de Romanos, diria a sua irmã!).

Comecemos com esta história de Andersen, em 2 partes (para dar-lhe tempo para preparar a história seguinte). Ela tem 4 álbuns  para recuperar. Vai demorar… Eu não me queixo, porque assim terei tempo para apreciar o seu trabalho, leio devagar…

Mounette

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Voilà, ça fait un moment que Cath veut me constituer une bibliothèque et, en chatte généreuse,  je viens partager avec vous mes lectures… Voici une bande dessinée qu’elle a fait il y a quelques années avec l’adaptation littéraire de Jorge Magalhães et qu’elle vient de remanier, digitalisant ses originaux en N&B pour refaire la couleur,Leituras da Mounette 2 la traitant d’une nouvelle façon, élimi- nant le plus souvent le trait noir (un travail de Romains, dirait sa sœur !).

Commençons par cette his- toire d’Andersen, en 2 parties (pour lui donner le temps de préparer l’histoire suivante). Elle a 4 albums à récupérer. Il y en a pour un bon moment… Moi, je ne me plains pas car j’aurai ainsi le temps pour apprécier son travail, je lis lentement…

Mounette

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